[ vídeo resenha + SORTEIO ] Jeremy Fink e o sentido da vida, Wendy Mass @galerarecord

E se você encontrasse, inesperadamente, uma caixa com o seu nome contendo o sentido da vida? Um mês antes de seu aniversário, Jeremy Fink recebe do correio uma caixa de madeira misteriosa com uma frase entalhada. O Sentido da Vida: Para Jeremy Fink Abrir No Dia do Seu Aniversário de Treze Anos. A caixa tem quatro fechaduras, mas não há nem sinal de chaves. Para descobrir que segredos estão guardados ali dentro, Jeremy e sua melhor amiga Lizzy vão ter que usar a imaginação e rodar por todos os cantos de Manhattan em busca de pistas. Com uma mãozinha do sr. Oswald, dono de um antiquário, cada encontro revela uma nova pista que os ajudará a descobrir o conteúdo da caixa e, mais ainda, a desvendar o maior segredo de todos! 

Título: Jeremy Fink e o sentido da vida
Autor(a): Wendy Mass
Páginas: 368
Editora: Galera Record
Ano: 2014
Avaliação5.0

A editora cedeu um livro para sorteio! Participe! ;D

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[ resenha ] Proposta Inconveniente, Patricia Cabot @galerarecord

Por Fabiana Potter
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Apaixonada pelo capitão Connor Drake, Payton sonha em ser capitã de seu próprio navio. Ela cresceu desejando essa profissão exclusivamente masculina, mas agora deve abdicar disso tudon para conseguir um bom marido. O problema é que Connor só percebe seus sentimentos por Payton na véspera de seu casamento com outra. Quando o barco dos noivos parte rumo às Bahamas, ele é atacado e resta a Payton se infiltrar num navio pirata para salvar a vida do seu amado. A coragem une os dois, e o resgate pode gerar mais frutos do que ela imaginou.

Quando Proposta Inconveniente veio parar em minhas mãos, fui com toda ânsia e felicidade para o meu sofá, imaginando que me entregaria às aventuras de uma adolescente apaixonada enfrentando os perigos e fantasias do mar a bordo de um navio pirata, tema que adoro demais! Qual não foi minha surpresa ao me pegar lendo um romance erótico, completamente diferente do que esperava…fuen fuen fuen fueeeen =(

Decepções superadas, vamos ao ponto: a história começa de um jeito muito estranho, com Payton Dixon dando nó nas gravatas dos irmãos mais velhos. A cena é arrastada e não creio que acrescentou nada de importante à narrativa, mas isso não é o mais grave. Acredito que quando um autor se propõe a fazer um romance de época, como é o caso, ele deve adequar a fala das personagens ao momento histórico, de modo que não consigo imaginar um rapaz inglês “de família” do século XIX xingando sem parar como um gangster de um filme hollywoodiano dos dias de hoje, vamos combinar, né? Senti falta de uma certa classe inerente à época, principalmente por se tratar de um romance ambientando na Inglaterra. Tudo bem, estamos falando de uma família que cresceu no mar e tem o espírito livre, mas mesmo assim…

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[ resenha ] Se Alguma Vez, Meg Rossof @galerarecord

Um encontro com a morte transforma a vida de David Case. Convencido de que o destino não lhe reserva nada de bom, David decide se reinventar e tornar-se, assim, irreconhecível para o destino e salvar-se de seu sofrimento certo. Ele passa a ser Justin Case, com uma aparência totalmente nova e uma paixão crescente pela sedutora Agnes Bee. Com seu galgo cinzento imaginário a reboque, Justin luta para manter sua nova imagem e, acima de tudo, sobreviver em um mundo onde as reviravoltas do destino o aguardam em cada esquina.

Título: Se Alguma Vez
Autor(a): Meg Rossof
Páginas: 256
Editora: Galera Record
Ano: 2014
Avaliação2.0

[ resenha ] Amor nas Entrelinhas, Katie Fforde @editorarecord

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Prestes a ficar desempregada, Laura Horsley acha que o convite para ajudar na organização de um festival literário veio bem a calhar. Mas quando recebe a missão de convencer o famoso escritor Dermot Flynn a comparecer ao evento, ela é dominada pelo pânico. Dermot é temperamental, nunca sai de casa e enfrenta um bloqueio criativo. É também o escritor favorito de Laura, além de extremamente atraente e dono de uma longa lista de conquistas amorosas. Por isso, não é de surpreender quando ele diz que só vai participar do festival se ela concordar com uma única condição, que pode colocar em risco não só o sucesso do evento, mas também o coração de Laura.

Ah, juro que esperava algo de bom de Amor nas Entrelinhas (Record), de Katie Fforde. O que mais uma bookholic pode imaginar de uma história que fala sobre livros, evento literário, autor fodão e tals? Muito amor, leituras e livros (trocadilho infame de “sexo, drogas e rock ‘n’ roll”). Mas tudo o que Fforde me proporcionou foi uma história bem (beeeeeem) mediana.

Tá certo que a autora não tinha uma trama muito promissora em mãos, mas, se fosse desenvolvida com vigor, poderia render bons frutos. Falar do ambiente literário para os amantes da literatura abre margem para mil situações interessantes e passionais, mas, de alguma forma, a autora não conseguiu transpassar esse amor todo para a história.

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[ resenha e vídeo ] Réquiem, Lauren Oliver @intrinseca

*CONTÉM SPOILER *

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No desfecho da trilogia em que o amor é considerado uma doença, Lena é um importante membro da resistência contra o governo. Transformada pelas experiências que viveu, está no centro da guerra que logo eclodirá. Depois de resgatar Julian de sua sentença de morte, Lena e seus amigos voltam para a Selva, cada vez mais perigosa. Enquanto isso, Hana, sua melhor amiga de infância, foi curada. Ela leva uma vida segura e sem amor junto ao noivo, o futuro prefeito. Às vésperas do casamento e da eleição – cujo resultado pode dificultar ainda mais a vida dos Inválidos -, Hana se questiona se a intervenção realmente tem efeito. Vivendo em um mundo dividido, Lena e Hana narram suas histórias em capítulos alternados. O que elas não sabem é que, em lados opostos da guerra, suas jornadas estão prestes a se reencontrar.

Olha, como fui ingênua. Mesmo com vários indícios de que Lauren Oliver descia ladeira abaixo no desfecho da sua trilogia distópica – que começou com Delírio, continuou com com Pandemônio e terminou com Réquiem (todos publicados pela Intrínseca) – , eu ainda acreditava que, pela boa qualidade que a autora já comprovou possuir, ela não deixaria a peteca cair. Mesmo com aquele final tenso, que não sabia se achava bom ou ruim, de Pandemônio, realmente acreditei que ela poderia dar a volta por cima e nos surpreender em Réquiem. Inocente que sou. Sei de nada.

Lauren Oliver não só não nadou contra a corrente do que acontece em 99% dos desfechos de séries, como se deixou ser levada por ela e parece não ter feito esforço nenhum para sequer dar uma pernada ou braçada. Sinto informar, mas Oliver se perdeu e sua história afundou.

Vamos por partes, pra eu não me perder.

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[ resenha ] A Queda, Michael Connelly – @Suma_BR

Por Paty Quartarollo

A_QUEDA_1391805639PMeu relacionamento com literatura policial vem de longa data. Na época do colégio, a divina Agatha Christie me salvou várias vezes quando precisei descansar a cabeça depois de tentar entender equações químicas. Apesar de nunca ter conseguido descobrir assassino nenhum dos livros da autora (top 5 na lista das maiores frustrações da minha vida), as noites em claro lendo as peripécias de Poirot ou de Miss Marple são as minhas lembranças mais antigas de leitora voraz.

Tenho uma relação similar com John Grisham. Recentemente, Harlan Coben – também autor de livros de suspense que andaram me tapeando – tem frequentado minhas estantes com crescente interesse. Já de Michael Connelly eu sabia pouca coisa além das ótimas resenhas do Ragner no Poderoso, até surgir a oportunidade de ler A Queda (Suma de Letras).

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